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Link Iguassu Valley abre edital de vitrine tecnológica para aproximar pesquisa e mercado

Submissões de relatos técnicos e pitches podem ser feitas até 8 de abril; projetos selecionados serão apresentados em evento de inovação em Medianeira

Por: João Livi Fonte: Sebrae/PR
06/03/2026 às 11h09
Link Iguassu Valley abre edital de vitrine tecnológica para aproximar pesquisa e mercado
Link Iguassu Valley conecta pesquisadores, startups e empresas para transformar inovação em soluções aplicadas ao agronegócio. (Foto: Divulgação)

O programa Iguassu Valley lançou o Edital Vitrine Tecnológica – Link Iguassu Valley 2026, iniciativa que busca aproximar pesquisa científica e mercado, estimulando a aplicação de tecnologias inovadoras nas cadeias agroalimentares e em setores estratégicos da economia.

A submissão de relatos técnicos e propostas de inovação pode ser feita até o dia 8 de abril. Os projetos selecionados serão apresentados em formato de pitch presencial durante o Matchmaking do Link Iguassu Valley, evento que ocorrerá no dia 15 de maio, em Medianeira.

O programa é considerado um dos principais modelos de inovação aberta do Brasil, conectando pesquisadores, startups e empresas interessadas em transformar conhecimento científico em soluções de mercado.

Tecnologias e áreas estratégicas

O edital busca selecionar ativos tecnológicos já protegidos ou em processo de proteção, como:

  • patentes

  • softwares

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  • desenhos industriais

  • cultivares

  • know-how tecnológico

As propostas devem estar relacionadas a áreas como:

  • Inteligência Artificial

  • Sustentabilidade

  • Indústria 4.0

  • Agrotech

  • Biotecnologia

Todas com aplicação nas cadeias agroalimentares e setores estratégicos da economia.

Quem pode participar

Podem se inscrever no edital:

  • professores e pesquisadores

  • extensionistas

  • núcleos de inovação tecnológica (NIT)

  • institutos de ciência e tecnologia (ICT)

  • startups

  • estudantes de graduação e pós-graduação

  • profissionais da indústria e do agronegócio

A proposta é ampliar a conexão entre academia, setor produtivo e ecossistemas de inovação, acelerando a transformação de pesquisas em soluções aplicáveis.

Parcerias e organização

O edital é promovido pelo Iguassu Valley, vinculado ao Programa Oeste em Desenvolvimento, com realização do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Paraná.

A iniciativa conta ainda com a correalização das cooperativas Frimesa Cooperativa Central e Lar Cooperativa Agroindustrial.

Também participam como parceiros instituições como:

  • Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial

  • universidades estaduais do Paraná

  • instituições federais de ensino

  • Fundação Araucária

  • Secretaria da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Paraná

Oeste quer ser referência global em inovação

Segundo o consultor do Sebrae/PR, Osvaldo Brotto, o edital está alinhado à estratégia regional conhecida como “Ambição Regional”, que pretende transformar o Oeste do Paraná em referência mundial em tecnologia aplicada às cadeias de proteínas até 2040.

“O edital atua como instrumento concreto para fortalecer a pesquisa, o desenvolvimento e a propriedade intelectual ligada à cadeia de proteínas, estimulando a inovação e a digitalização na produção, no processamento e na gestão dessas cadeias”, explica.

Inovação aberta nas cooperativas

Para as cooperativas participantes, o programa funciona como um acelerador de soluções tecnológicas voltadas ao setor produtivo.

O coordenador de inovação da Frimesa, Quirino Alison Vilas Boas da Silva, afirma que a cooperativa busca parceiros capazes de contribuir com novos modelos de negócio.

“Esperamos participantes que tragam mais agilidade aos nossos processos e que se tornem parceiros estratégicos na construção de uma visão voltada à inovação e novos negócios”, destaca.

Já a gerente de Qualidade, Meio Ambiente, Inovação e Sustentabilidade da Lar, Márcia Pessini, ressalta que o programa fortalece a inovação aberta no cooperativismo.

“Esse processo viabiliza o desenvolvimento de projetos colaborativos, com compartilhamento de conhecimento, riscos e resultados, gerando soluções mais alinhadas aos desafios reais do negócio”, afirma.

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