O Governo do Paraná, por meio da Secretaria de Estado da Fazenda (Sefa), deu um passo inédito ao antecipar a execução do orçamento de 2025 para esta quinta-feira (2). Essa decisão permitirá que os órgãos estaduais e os demais Poderes comecem a empenhar despesas já a partir de 6 de janeiro. Tradicionalmente, o início do exercício orçamentário ocorre apenas na segunda quinzena do mês.
Segundo o secretário da Fazenda, Norberto Ortigara, a antecipação busca imprimir maior agilidade no uso dos recursos públicos, beneficiando diretamente a população.
“O Paraná não tem tempo a perder e, por isso, antecipamos o início da execução orçamentária de 2025 para o primeiro dia útil do ano. O Estado se mostra presente, eficiente e ativo para fazer chegar esse orçamento recorde ao cidadão”, destacou Ortigara.
A Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2025, sancionada pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior em dezembro de 2024, prevê um orçamento total de R$ 78,6 bilhões, consolidando-se como o maior da história do Paraná.
Dentre os valores projetados, destacam-se:
A robustez do orçamento reflete a capacidade do Paraná de impulsionar setores prioritários e atender às demandas crescentes da população, como saúde, educação e infraestrutura.
A execução orçamentária de 2025 será guiada por dois dispositivos que garantem mais eficiência e transparência no uso dos recursos públicos:
Sistema Único e Integrado de Execução Orçamentária, Administração Financeira e Controle (Siafic): Implantado em 2024, o Siafic centraliza processos administrativos e financeiros, permitindo maior controle e agilidade na aplicação do orçamento.
Decreto Nº 5.919: Vigente desde agosto de 2024, o decreto estabelece limites para o aumento dos gastos correntes, priorizando a alocação de recursos para áreas essenciais.
A adoção desses mecanismos reforça o compromisso do governo estadual com a gestão fiscal responsável e a modernização administrativa.
Ao antecipar o início da execução orçamentária, o Paraná demonstra sua capacidade de inovar na gestão pública, garantindo que os recursos previstos comecem a ser aplicados já nos primeiros dias do ano.
Com a maior receita da história do Estado e mecanismos modernos de controle, a iniciativa deve beneficiar diretamente a população, acelerando a realização de obras, projetos e serviços essenciais.