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Contas públicas batem recorde e mostram fôlego em janeiro de 2025

Estados, municípios e governo central colaboram para o melhor janeiro da história fiscal

Por: João Livi Fonte: Banco Central
15/03/2025 às 09h58
Contas públicas batem recorde e mostram fôlego em janeiro de 2025
Em janeiro de 2025 os entes públicos gastaram menos que arrecadaram. (Foto: Freepik)

Em janeiro de 2025, o setor público consolidado do Brasil registrou um superávit primário de R$ 104,1 bilhões, o maior já registrado para o mês, de acordo com dados divulgados pelo Banco Central.

Este resultado reflete uma melhora significativa em relação ao mesmo período do ano anterior, quando o superávit foi de R$ 79,5 bilhões.

De acordo com os dados do Banco Central, o governo central, que engloba o Tesouro Nacional, o Banco Central e o INSS, registrou um superávit de R$ 83,15 bilhões em janeiro. Os Estados apresentaram, de forma isolada, um superávit de R$ 20,27 bilhões, enquanto os municípios alcançaram um saldo positivo de R$ 1,681 bilhão.

Fatores que contribuíram para o superávit

O desempenho positivo das contas públicas em janeiro pode ser atribuído a diversos fatores:

  • Aumento da receita líquida: Houve um crescimento real de 3,7% na receita líquida do governo, totalizando R$ 257,8 bilhões. Este aumento foi impulsionado pela maior arrecadação de impostos, como o Imposto de Importação e a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL).

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    Controle das despesas: As despesas governamentais cresceram 4,4% no período, atingindo R$ 172,9 bilhões. Apesar do aumento, o crescimento das despesas foi inferior ao das receitas, contribuindo para o saldo positivo.

    Desempenho dos entes federativos: Estados e municípios também apresentaram superávits em suas contas, contribuindo para o resultado consolidado positivo do setor público.

    Perspectivas fiscais

O resultado de janeiro é um indicativo positivo para o cumprimento das metas fiscais estabelecidas pelo governo para 2025. No entanto, especialistas alertam para a necessidade de manutenção de políticas fiscais responsáveis e de monitoramento contínuo das despesas públicas, visando à sustentabilidade fiscal a longo prazo.

 

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