
Nove candidatos estão registrados para disputar as vagas do Paraná no Senado Federal nas eleições de 2026. A relação reúne representantes de diferentes partidos e apresenta informações declaradas à Justiça Eleitoral sobre patrimônio, atividades profissionais, trajetória política e composição das chapas.
Neste ano, cada estado e o Distrito Federal elegem dois senadores. A renovação corresponde a dois terços das 81 cadeiras do Senado. Para o eleitor paranaense, isso significa a possibilidade de votar em dois candidatos diferentes ao cargo.
A lista do Paraná é formada por Alexandre Curi (Republicanos), Cristina Graeml (PSD), Deltan Dallagnol (Novo), Dr. Rosinha (PT), Filipe Barros (PL), Gleisi Hoffmann (PT), Joaquim do MLB (UP), Karen Guerreiro (Missão) e Marcelo Marcelino (PCO).
Entre os concorrentes há candidatos com mandatos e passagens anteriores pelo Legislativo e pelo Executivo, além de nomes sem cargos eletivos anteriores.
Alexandre Curi, do Republicanos, é deputado estadual desde 2003 e preside a Assembleia Legislativa desde 2025. Antes disso, exerceu mandato de vereador de Curitiba entre 2001 e 2002. Declarou patrimônio de R$ 1.088.725,03. Seus suplentes são Dudu Potencial (Republicanos) e Nelson Padovani (PP).
Cristina Graeml, do PSD, é jornalista e não apresenta cargos políticos anteriores no perfil publicado pela Agência Senado. O patrimônio declarado é de R$ 662.697,63. Marcos Baumgart e Jackson André Dos Santos, ambos do PSD, são os suplentes.
Deltan Dallagnol, do Novo, é apresentado como advogado, professor e procurador federal. Exerceu mandato de deputado federal em 2023 e declarou R$ 2.756.904,77 em patrimônio. A chapa tem Professor Picler (PL) como primeiro suplente e Markenson Marques Dos Santos (Novo) como segundo.
Dr. Rosinha, do PT, é médico e servidor público. Foi vereador de Curitiba, deputado estadual e federal e presidiu o Parlamento do Mercosul entre 2008 e 2009. Atualmente exerce mandato de deputado estadual. Seu patrimônio declarado é de R$ 570.724,21. Cris Wainer e Tia Celina, ambas do PT, integram a chapa como suplentes.
Filipe Barros, do PL, é advogado, foi vereador de Londrina entre 2017 e 2019 e exerce mandato de deputado federal desde 2019. Declarou patrimônio de R$ 1.107.434,39. Paulo Base e Sergio Domingues, ambos do PL, são os suplentes.
Gleisi Hoffmann, do PT, é advogada e gestora pública. Já exerceu mandato de senadora entre 2011 e 2019, foi ministra-chefe da Casa Civil, deputada federal e ministra-chefe da Secretaria de Relações Institucionais. O patrimônio declarado é de R$ 1.949.457,16. Assis Gurgacz Neto (PDT) e Prof Aldair Rizzi (Rede) são os suplentes.
Joaquim do MLB, da UP, é líder comunitário e não apresenta cargos anteriores no levantamento. Declarou patrimônio de R$ 8.000,00. Paty Cota e Fernando Dornellas, ambos da UP, são seus suplentes.
Karen Guerreiro, do Missão, atua como diretora de arte, professora e comunicadora. Também não registra cargos políticos anteriores no perfil. Declarou patrimônio de R$ 160.500,00 e tem Sonni Rezini e Renato Scarante, ambos do Missão, como suplentes.
Marcelo Marcelino, do PCO, é professor e não apresenta cargos anteriores. Segundo os dados publicados, não declarou bens. Seus suplentes são Zé Paulo e Alexandre, também do PCO.