Bom dia com muita alegria.
Primeiro, Jesus nos ensinou a orar. Depois, ensinou-nos a sermos perseverantes na oração. Agora, Ele nos convida a refletir sobre a maneira como nos colocamos diante de Deus quando rezamos.
Na oração, posso me entregar às mãos de Deus como o barro se entrega às mãos do oleiro, permitindo que o Oleiro divino me corrija, aperfeiçoe e transforme, fazendo de mim um vaso novo, uma pessoa renovada.
No entanto, também podemos nos apresentar diante de Deus como pessoas que se consideram perfeitas, irrepreensíveis e suficientemente amadurecidas. Pior ainda quando nos julgamos superiores aos outros.
Nesse caso, o Oleiro pouco pode fazer, porque o barro endureceu pela arrogância e pela autossuficiência. Já não se deixa moldar. Torna-se uma peça rígida e acabada, que não está diante de Deus para ser transformada, mas para ser admirada ou até mesmo recompensada.
A oração verdadeira exige humildade. É reconhecer que ainda temos muito a aprender, corrigir e transformar em nossa vida.
Por isso, quando estivermos diante de Deus, não apresentemos apenas aquilo que consideramos nossas virtudes. Entreguemos também nossas imperfeições, fraquezas e limitações.
Sejamos barro nas mãos de Deus. Permitamos que Ele nos molde todos os dias e faça de nós pessoas novas.
Com carinho,
Pe. Marquinhos.
Tenha um dia muito abençoado.