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Participação Comunitária e Transparência na Gestão: propostas dos candidatos a prefeito de Marechal Cândido Rondon

As propostas de Adriano Backes/Vanderlei Sauer, Arion Nasihgil/Claiton Schlindwein e Marcão do Povo/Beto Pereira

03/10/2024 às 10h03
Por: João Livi
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Participação Comunitária e Transparência na Gestão: propostas dos candidatos a prefeito de Marechal Cândido Rondon

Em um momento crucial para a política local, a participação comunitária e a transparência na gestão pública emergem como temas nas propostas dos candidatos a prefeito e vice-prefeito de Marechal Cândido Rondon. Com a crescente demanda por um governo mais acessível e responsivo, as duplas Adriano Backes e Vanderlei Sauer, Arion Nasihgil e Claiton Schlindwein, e Marcão do Povo e Beto Pereira apresentam propostas para garantir que a voz da população seja não apenas ouvida, mas fundamental na formação das políticas públicas do município.

 

Propostas de Adriano Backes e Vanderlei Sauer

Adriano Backes e Vanderlei Sauer destacaram a importância do diálogo constante com a comunidade. Eles ressaltaram a atuação da Acimacar, uma das maiores associações comerciais do Brasil, como um canal significativo para facilitar a comunicação entre o poder público e a sociedade. Enfatizam que a participação ativa da comunidade deve ser uma extensão do trabalho realizado como secretário e vereador, onde o foco principal é ouvir os anseios dos cidadãos e incorporá-los nas políticas públicas. Essa abordagem evidencia um compromisso com uma visão de longo prazo, onde cada decisão é tomada com a sensibilidade necessária para entender seu impacto nos cofres municipais e na vida da população.

A transparência também figura como um ponto crucial em suas propostas. A dupla defende a reativação de mecanismos de controle social, citando o Observatório Social, que antes desempenhava um papel ativo na fiscalização das contas públicas. A criação de núcleos de participação, compostos por representantes de diversas áreas, é uma estratégia que eles acreditam ser vital para trazer as reivindicações da comunidade para o centro das discussões administrativas. Ao ouvir líderes comunitários e profissionais da área urbana, como arquitetos, a administração poderá enriquecer o planejamento e a execução das políticas públicas.

Além disso, Backes e Sauer propõem a formação de conselhos consultivos compostos por cidadãos engajados, que servirão como pontes entre a administração e a comunidade. Esses grupos terão a responsabilidade de levar informações sobre as necessidades locais e retornar com sugestões, garantindo que as soluções propostas sejam adequadas e organizadas. Esta proposta não só promove a transparência, mas também fortalece a confiança entre o governo e a população, um elemento essencial para um ambiente democrático saudável.

 

Iniciativas de Arion Nasihgil e Claiton Schlindwein

Arion Nasihgil e Claiton Schlindwein trazem suas abordagem para a participação comunitária e a transparência. Eles enfatizam que a construção de seu plano de governo foi um processo participativo desde o início, onde ouvir a comunidade, profissionais, associações e entidades civis foi fundamental para entender as reais necessidades da população. Essa interação será mantida em sua gestão, com um gabinete de portas abertas, onde cidadãos e entidades poderão apresentar suas demandas e sugestões.

Uma prioridade da proposta é o fortalecimento das associações de moradores, clubes de mães e grupos de idosos, com a ideia de que essas entidades, que estão diariamente em contato com as comunidades, devem ter um canal aberto com o Poder Público. Essa interação contínua promoverá uma gestão mais alinhada com os interesses da população.

Além disso, Arion e Claiton propõem a implementação do orçamento participativo no município. Essa estratégia permitirá que a população, juntamente com os vereadores que conhecem as necessidades locais, participe ativamente na destinação de recursos, garantindo que as decisões financeiras reflitam os interesses da comunidade. 

Quanto à transparência, eles defendem a adoção de práticas de empresas privadas, como o trabalho com metas e uma gestão clara. A ideia é que a transparência não se limite ao básico exigido pela legislação, mas que busque ir além, com melhorias significativas no Portal da Transparência, tornando-o mais acessível e didático para a população. 

Os candidatos também destacam a necessidade de mecanismos de consulta pública e controle social, como a transparência nas listas de espera da educação e saúde. Pretendem expandir essa transparência para todos os setores, como habitação e agricultura, assegurando que a população tenha acesso a informações relevantes sobre a administração.

Por fim, enfatizam a importância de um Portal da Transparência que não apenas apresenta números e dados estatísticos, mas que seja acessível e fácil de entender, permitindo que a população possa acompanhar e fiscalizar o que acontece na administração, sabendo que tem o direito e o dever de cobrar seus representantes.

 

Propostas de Marcão do Povo e Beto Pereira

Marcão do Povo e Beto Pereira, por sua vez, também apresentam propostas para garantir a participação ativa da comunidade e fomentar a transparência na gestão pública. Anunciaram a criação do Programa Prefeito no Seu Bairro, que permitirá ao prefeito e sua equipe se reunirem regularmente com os cidadãos para ouvir suas demandas e sugestões. Este programa visa aproximar a administração pública da população, promovendo um diálogo direto e contínuo, essencial para uma gestão participativa.

Complementando essa iniciativa, destacam a importância de melhorar e facilitar o Portal da Transparência, tornando as informações sobre a gestão pública mais acessíveis a todos. Além disso, propõe a criação de Conselhos Comunitários em cada bairro, oferecendo à população um espaço formal para participar das decisões do governo, garantindo que as vozes locais sejam ouvidas e consideradas.

Em relação aos mecanismos de consulta pública e controle social, propõe a implementação de audiências públicas regulares, criando um espaço de diálogo aberto e contínuo entre a administração pública e os cidadãos. Essas audiências permitirão uma maior interação e engajamento da comunidade nas discussões sobre projetos e investimentos. 

Enfatizam ainda a criação de plataformas digitais de consulta pública, onde os cidadãos poderão opinar sobre propostas e iniciativas do governo. Essa inovação visa facilitar a participação da população no processo decisório, tornando a gestão pública mais transparente e responsiva às necessidades da sociedade.

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