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Paraná lidera índice de pré-natal no Brasil pelo sexto ano consecutivo

Estado alcança 89% de gestantes com sete ou mais consultas e supera média nacional

Por: João Livi
20/03/2026 às 09h03
Paraná lidera índice de pré-natal no Brasil pelo sexto ano consecutivo
Paraná lidera no Brasil o índice de gestantes com acompanhamento pré-natal adequado. (Foto: UEPG)

O Paraná manteve, em 2025, a liderança nacional no acompanhamento pré-natal, registrando pelo sexto ano consecutivo o maior percentual de gestantes com sete ou mais consultas pelo Sistema Único de Saúde. De acordo com dados do Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos, o índice estadual chegou a 89%, superando a média nacional, que ficou em 79,2%.

O acompanhamento pré-natal é considerado uma das principais estratégias da saúde pública para a redução de riscos durante a gestação. É por meio desse monitoramento que são identificadas precocemente condições como hipertensão, diabetes e outros fatores que podem comprometer a saúde da mãe e do bebê.

Ranking nacional

Além do Paraná, outros estados da região Sul aparecem entre os melhores índices do país. Santa Catarina registrou 84,4%, seguida pelo Rio Grande do Sul, com 84,2%. Na outra ponta, estados da região Norte apresentaram os menores percentuais no acompanhamento pré-natal.

Os resultados refletem a ampliação do acesso aos serviços de saúde e a consolidação de um modelo de atendimento contínuo às gestantes. Entre as estratégias adotadas estão a captação precoce, acompanhamento regular, realização de exames e encaminhamento para atendimento especializado em casos de maior risco.

Investimentos na área

A Secretaria de Estado da Saúde do Paraná tem ampliado investimentos em estrutura e qualificação do atendimento. Entre as ações estão a aquisição de equipamentos, ampliação de recursos para hospitais e fortalecimento da atenção primária, além da capacitação de profissionais da área.

O modelo adotado no Estado inclui o acompanhamento da gestante desde o início da gravidez até o pós-parto, com atenção também ao recém-nascido. A integração entre os serviços de saúde contribui para a redução de complicações e para melhores desfechos clínicos.

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