A glória da pessoa virtuosa é o testemunho da boa consciência. É fácil estar contente e sossegado tendo a consciência pura.
Não és mais santo porque te louvam, nem mais ruim porque te censuram. És o que és, nem te podem os louvores fazer maior do que és aos olhos de Deus.
Se considerares o que és no seu interior, não farás caso do que te dizem os homens. O ser vê o rosto: Deus, o coração. O ser nota os atos, mas Deus pesa as intenções.
Proceder sempre bem e ter-se em pequena conta é indício de uma alma humilde.
Rejeitar toda consolação das criaturas é sinal de grande pureza e confiança interior.
[Coletado por T. H. Vanderlinde da obra “Imitação de Cristo” de autoria do monge Tomás de Kempis (1380-1471)]