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A sinalização das rodovias precisa de acompanhamento contínuo para manter sua funcionalidade e atender às condições de circulação. Segundo o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), placas, marcas no pavimento e dispositivos de segurança possuem vida útil limitada e necessitam de manutenção e adequação às características operacionais das vias.
Nesse trabalho, a conservação deve considerar tanto a presença dos equipamentos quanto a possibilidade de o motorista enxergar e compreender as informações. As diretrizes do programa BR-LEGAL 2, no âmbito do DNIT, incluem critérios de visibilidade, legibilidade, clareza, precisão e padronização.
A atualização dos projetos também integra o processo. A regulamentação do programa estabelece procedimentos para elaboração e revisão da sinalização, contratação e execução dos serviços, associando essas etapas à manutenção e à conservação da infraestrutura.
A demanda por esses serviços acompanha os investimentos nas rodovias. Conforme os dados atribuídos à Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) no material divulgado, a carteira de concessões alcança R$ 525 bilhões. Desse total, R$ 306 bilhões correspondem a investimentos previstos e R$ 219 bilhões à operação, manutenção das rodovias e serviços aos usuários.
Entre as empresas que atuam nesse segmento está a IASIN Sinalização, sediada em Curitiba. Segundo a companhia, seus contratos vigentes abrangem 4.640 quilômetros de rodovias sinalizadas. O CEO Ivano Abdo relaciona a atuação da empresa à qualidade da infraestrutura entregue e aos serviços destinados aos usuários e às comunidades atendidas.
No âmbito da malha federal sob atuação do DNIT, o BR-LEGAL 2 reúne implantação e manutenção da sinalização horizontal, vertical e dos dispositivos de segurança. O programa contempla a conservação continuada desses elementos e sua adequação às características operacionais das rodovias.