Representantes do Poder Judiciário, do Ministério Público e da administração municipal de Marechal Cândido Rondon se reuniram na manhã desta terça-feira (4), no gabinete da prefeitura, para discutir a reorganização do fluxo de atendimento às crianças e adolescentes vítimas ou testemunhas de violência. A iniciativa faz parte de um processo de revisão dos protocolos adotados pela rede de proteção do município.
Participaram do encontro o promotor titular da Promotoria Criminal, Tiago Trevizoli Justo, a promotora de Justiça Tatiane Aparecida Pereira de Souza Cigerza, o juiz de Direito da Vara da Infância e da Juventude, Seção Cível, Renato Cigerza, além dos secretários municipais de Educação, João Klein, de Saúde, Leandro Dalamaria, e de Assistência Social, Andria Backes. Também estiveram presentes representantes do Conselho Tutelar e equipes técnicas das secretarias municipais envolvidas.
Durante a reunião, foram debatidas propostas de adequação dos protocolos de atendimento, a reorganização do fluxo de encaminhamentos entre os órgãos que integram a rede de proteção e a adoção de novas práticas para ampliar a integração entre os serviços.
A discussão também contemplou mecanismos para aperfeiçoar a comunicação entre as instituições, buscando garantir maior agilidade nos atendimentos e uma atuação articulada diante das situações envolvendo crianças e adolescentes vítimas ou testemunhas de violência.
Entre os objetivos definidos está o fortalecimento da atuação conjunta dos órgãos responsáveis pela proteção da infância e da adolescência, assegurando um atendimento mais humanizado, eficiente e organizado.
A reorganização do fluxo também prevê a definição mais clara das atribuições de cada instituição envolvida, contribuindo para reduzir falhas de comunicação e tornar mais efetiva a resposta da rede de proteção.
A iniciativa integra um processo de aperfeiçoamento dos procedimentos adotados pelo município na proteção de crianças e adolescentes. A proposta é consolidar uma rede cada vez mais integrada, com ações coordenadas entre os diferentes órgãos e serviços públicos, garantindo maior eficácia na defesa dos direitos desse público.