A Secretaria Municipal de Educação de Marechal Cândido Rondon realiza nesta sexta-feira, 3 de julho, uma capacitação voltada aos professores da rede municipal de ensino sobre atendimento a estudantes com Transtorno do Espectro do Autismo (TEA).
A formação será ministrada pelo especialista Kleber Fernando Pereira, profissional com atuação na área da educação inclusiva. O encontro terá como tema "Manejo de Comportamentos Interferentes e Práticas de Contenção Física Humanizada no TEA".
A capacitação será realizada na ACIMACAR, em duas turmas. A primeira terá início às 13h30, no período vespertino, e a segunda às 18h30, no período noturno.
Práticas inclusivas
A formação foi organizada para atender demandas enfrentadas pelas escolas no cotidiano da rede municipal. O conteúdo abordará orientações práticas sobre o manejo de comportamentos interferentes de estudantes com TEA.
Entre os pontos previstos estão estratégias preventivas, práticas inclusivas e intervenções humanizadas, com foco no respeito à diversidade e nos princípios da educação inclusiva.
Os professores também receberão orientações sobre acolhimento, desescalada e previsibilidade, recursos importantes para ampliar a segurança emocional dos estudantes no ambiente escolar.
Prevenção e segurança
A capacitação tratará ainda de medidas pedagógicas que reduzem a necessidade de contenção física, priorizando prevenção, organização do ambiente e autorregulação.
Os participantes serão orientados sobre como agir e o que evitar em situações de crise envolvendo estudantes autistas. Também serão apresentadas técnicas seguras de contenção física humanizada, com atenção à integridade física e emocional dos alunos.
Segundo o secretário municipal de Educação, João Carlos Klein, a expectativa é que a formação amplie a segurança dos professores nas intervenções, fortaleça as práticas inclusivas nas unidades escolares e contribua para a prevenção e o manejo de situações desafiadoras em sala de aula.
Capacitação para professores da rede municipal abordará manejo de comportamentos interferentes e práticas humanizadas no atendimento a estudantes com TEA. (Foto: Divulgação)