O ano de 2026 se apresenta como um dos mais relevantes do ciclo recente brasileiro. Com eleições gerais, Copa do Mundo e um calendário repleto de feriados nacionais, o país entra em um período de decisões políticas, mobilização social e atenção redobrada aos rumos da economia e das políticas públicas.
Trata-se de um ano que combina disputas eleitorais de grande peso, eventos internacionais de alto impacto e movimentações institucionais que tendem a influenciar diretamente o cotidiano da população.
Em 2026, o Brasil realiza eleições gerais, quando os eleitores irão às urnas para escolher cargos estratégicos da estrutura política nacional e estadual. Estarão em disputa:
Presidente da República;
Governadores dos estados e do Distrito Federal;
Senadores (renovação de dois terços do Senado);
Deputados federais;
Deputados estaduais e distritais.
O processo eleitoral tende a dominar o debate público ao longo de todo o ano, com reflexos diretos no ambiente econômico, nas decisões de investimento e na condução de políticas governamentais. Tradicionalmente, anos eleitorais são marcados por maior cautela fiscal, intensificação de discursos políticos e aumento da polarização no debate nacional.
Outro grande destaque de 2026 é a Copa do Mundo FIFA 2026, que será realizada de forma inédita em três países: Estados Unidos, México e Canadá. O torneio está previsto para ocorrer entre os meses de junho e julho.
A competição tende a interferir diretamente na rotina do país, especialmente nos dias de jogos da Seleção Brasileira, com impactos sobre o funcionamento de repartições públicas, comércio, produtividade e consumo. Historicamente, a Copa do Mundo movimenta a economia, impulsiona setores como comércio, bares, restaurantes e entretenimento, além de influenciar o humor social em meio a um ano politicamente sensível.
O cenário econômico em 2026 será acompanhado de perto por agentes do mercado e pela população. O país entra no ano com desafios fiscais relevantes, necessidade de controle das contas públicas e expectativa em torno das políticas que serão defendidas pelos candidatos durante o processo eleitoral.
Decisões sobre investimentos públicos, programas sociais, política tributária e controle de gastos tendem a ganhar destaque no debate, influenciando expectativas de crescimento, inflação e geração de empregos.
Além da política e do futebol, 2026 também será marcado por:
Discussões sobre reformas estruturais e ajustes fiscais;
Avanços e impasses em políticas ambientais e climáticas;
Crescente protagonismo do Brasil em debates internacionais, especialmente ligados a sustentabilidade, energia e agricultura;
Ampliação do uso de tecnologias digitais em serviços públicos e processos eleitorais.
Esses temas devem atravessar o ano e compor o pano de fundo das decisões institucionais e do debate público.
O calendário de 2026 traz dez feriados nacionais, sendo apenas um deles no fim de semana. As datas são:
1º de janeiro – Confraternização Universal;
3 de abril – Paixão de Cristo;
21 de abril – Tiradentes;
1º de maio – Dia Mundial do Trabalho;
7 de setembro – Independência do Brasil;
12 de outubro – Nossa Senhora Aparecida;
2 de novembro – Finados;
15 de novembro – Proclamação da República (domingo);
20 de novembro – Dia Nacional de Zumbi e da Consciência Negra;
25 de dezembro – Natal.
Além desses, o ano contará com pontos facultativos, especialmente durante o Carnaval e nas vésperas de Natal e Ano Novo, que também influenciam o ritmo das atividades econômicas e administrativas.
Com eleições decisivas, Copa do Mundo e um ambiente econômico sensível, 2026 será um ano que exigirá atenção, planejamento e capacidade de adaptação de governos, empresas e cidadãos. As escolhas feitas ao longo do ano tendem a influenciar não apenas o curto prazo, mas também os rumos do país nos próximos ciclos políticos e econômicos.