Saúde Dengue
Infestação pelo Aedes aegypti preocupa em Marechal Cândido Rondon
O estrato 4, integrado pelo Parque Ecológico, Jardim São Francisco, Jardim Líder e Jardim Floresta, é a região mais afetada, com índice de 2,6%
17/03/2025 10h08 Atualizada há 3 semanas
Por: João Livi Fonte: Prefeitura Municipal
Todos precisam colaborar, mantendo limpos seus terrenos, evitando acúmulos de água parada. (Foto: Assessoria/Prefeitura)

O mais recente Levantamento Rápido de Índices para Aedes aegypti (LIRAa) divulgado pela Secretaria de Saúde de Marechal Cândido Rondon aponta um índice médio de 1,2% de infestação pelo mosquito transmissor da dengue, chikungunya e zika no município. O estudo foi realizado em sete estratos (regiões), evidenciando que algumas áreas demandam maior atenção.

A situação mais crítica foi registrada no estrato 4, que engloba os bairros Parque Ecológico, São Francisco, Líder e Floresta, onde a infestação chegou a 2,6%. Em seguida, aparece o estrato 5, que abrange os bairros Primavera, Higienópolis, Augusto e Barcelona, com índice de 2,1%.

Diante do cenário, a secretária municipal de Saúde, Marciane Specht, reforça a necessidade de a população colaborar na eliminação de criadouros do mosquito. "O LIRAa mostrou, mais uma vez, que todos devem ficar em alerta. Os números são preocupantes. Precisamos fazer a nossa parte, mantendo o pátio das residências e empresas limpo, sem objetos que possam acumular água", alertou.

A Secretaria de Saúde anunciou que intensificará as ações de combate ao Aedes aegypti nas regiões mais afetadas, com visitas de agentes de endemias e campanhas educativas para conscientizar a população sobre a importância da prevenção.

Casos confirmados preocupam
Na última semana, o município já havia registrado seis casos positivos de dengue e três de chikungunya. A tendência de aumento nos casos também é observada em outras cidades da região, reforçando a necessidade de intensificar os esforços contra a proliferação do mosquito.

Média de infestação por região em Marechal Cândido Rondon:

A prevenção continua sendo a principal arma contra o mosquito Aedes aegypti. Pequenas ações individuais podem fazer grande diferença na luta contra as doenças transmitidas pelo vetor.